Exposição do fotógrafo Robert Frank, IMS Paulista.

Até o dia 30 de dezembro de 2017,  o Instituto Moreira Salles (IMS) Paulista, apresente a exposição do fotógrafo Robert Frank. Focada na série “Os Americanos”. 

Verdadeiro clássico da fotografia do século 20, “Os Americanos” será exibido pela primeira vez no Brasil. Definida pelo escritor Jack Kerouac como um “poema triste dos Estados Unidos” dos anos 1950, a coleção, com 83 fotografias em cópias da década de 1980, pertence à coleção da Maison Européenne de la Photographie, de Paris, e é uma das poucas séries completas da obra de Frank.

Crédito da imagem: Robert Frank | Divulgação

A série, com 83 fotografias em cópias da década de 1980, pertence à coleção da Maison Européenne de la Photographie e é uma das poucas séries completas da obra de Frank. A exposição traz também Os livros e os filmes, projeto desenvolvido em parceria com o editor Gerhard Steidl.

Um marco para a fotografia do século 20

“Os Americanos” é o resultado da jornada de Frank pelos Estados Unidos, em que percorreu quase todos os estados. Fruto de uma bolsa da Guggenheim Fellowship, a viagem de Frank em um velho carro usado durou cerca de nove meses, entre 1955 e 1957, e originou mais de 28 mil fotografias, que se tornaram verdadeiros retratos de uma América multifacetada.

No projeto, concebido e construído em intensa interação com o fotógrafo Walker Evans, seu amigo e mentor, o registro dos personagens do país em recortes sociais, econômicos, culturais e políticos distintos revelam a plena maturidade artística de Frank, desenvolvendo uma síntese de suas inquietações em relação à fotografia e aos limites dela como linguagem.

Apesar de ter construído uma representação do país e de seus habitantes na década de 1950, de forte caráter autoral, o projeto teve lenta aceitação nos EUA. Mas, por romper definitivamente com o predomínio da técnica sobre a intuição e a expressão pessoal, aos poucos se tornou um marco divisor da fotografia no século XX.

A obra de Frank privilegia experimentação e busca, numa poética própria de engajamento com seus temas, embate profundo com seus próprios sentimentos e permanente questionamento da realidade que o cerca. Com “Os americanos”, Frank inaugurou a fotografia de rua (street photography) e de estrada, livre de retórica e narrativas estruturadas. Uma ode poética que se tornou modelo e referência para artistas posteriores

IMS Paulista

Avenida Paulista, 2424

São Paulo/SP

Visitação

Entrada gratuita

Até 30 de dezembro de 2017

Galeria 3

Horário

Terças a domingos, das 10h às 20h. Às quintas, das 10h às 22h

Fontes:   IMS Paulista  / Catraca Livre.

 

Anúncios

Fotografias icônicas de Man Ray, Ansel Adams estão sendo colocadas à venda

Darius Himes, Chefe Internacional de Fotografias do MoMa, conta as histórias de impressões icônicas de Man Ray, Ansel Adams e Henri Cartier-Bresson da coleção do Museu de Arte Moderna – oferecidas em uma série de leilões em Nova York e on-line de outubro de 2017 a abril de 2018.  

O Museu de Arte Moderna está planejando vender mais de 400 fotos da sua impressionante coleção, incluindo impressões iniciais de algumas das fotos mais famosas de fotógrafos lendários. O vídeo de 3 minutos acima é um olhar sobre algumas das obras que vão a leilão em breve.

Entre os trabalhos mais valiosos a serem oferecidos, existem dois fotogramas do artista surrealista Man Ray,  incluindo uma de 1923 (abaixo, à direita).

“No início da década de 1920, Man Ray estava morando em Paris”, diz Darius Himes, diretor internacional de fotos da Christie’s. “Ao experimentar no quarto escuro, ele tropeçou no processo de fotogramas”. 

Estas são imagens feitas colocando objetos diretamente sobre o papel fotográfico. Como nenhum negativo é usado, cada uma dessas imagens é única. Elas valem entre US$ 150 mil e US$ 300 mil cada.

 

Quando o MoMA estabeleceu o seu departamento de fotografia, o grande fotógrafo de paisagem, Ansel Adams, serviu como vice-presidente inicial da Comissão de Fotografia. A impressão oferecida por Christie’s neste outono de uma de suas obras mais famosas, Clearing Winter Storm, foi incluída em três exposições principais no MoMA, incluindo Ansel Adams at 100. Esta impressão deve chegar a US$ 80 mil.

 

“Adams era um mestre artesão com sua câmera de 8 x 10 polegadas”, diz Himes. Clearing Winter Storm é um excelente exemplo da quantidade de detalhes e riqueza que você pode obter desse tamanho negativo. Para Adams, o negativo era, como ele chamou, a “partitura do compositor”, da qual ele poderia imprimir uma sinfonia “.

No final de 1940, Adams ajudou a organizar Sixty Photographs: A Survey of Camera Esthetics, que reúne trabalhos de muitos dos praticantes mais inovadores da forma de arte em expansão. Entre os artistas representados – ao lado de Man Ray e Adams – Henri Cartier-Bresson.

Um destaque da venda on-line da Christie em outubro é uma cópia da fotografia de 1925 de Cartier-Bresson, atrás da Gare Saint-Lazare, em Paris . “Esta imagem é emblemática da filosofia de Cartier-Bresson de” o momento decisivo “, diz Himes,” um instinto de quando libertar o obturador “- quando criar a imagem que será o símbolo de toda a história.

Esta impressão de Behind the Gare Saint-Lazare, Parisprovavelmente foi feita em 1963 para a exposição The Photographer’s Eye do ano seguinte, e ilustra a raridade das impressões oferecidas.  Estimativa: US$ 18 mil.

 

“Enquanto o MoMA pode possuir mais de uma impressão de qualquer imagem”, diz Darius Himes, chefe internacional de fotografias do MoMA, no vídeo, “não se deve presumir que essas impressões existem em grandes quantidades”.

Você pode encontrar uma lista das fotos que estão sendo colocadas em leilão no site da Christie’s.

Fontes: Christie’s / PetaPixel

Veja exposições de fotografia gratuitas em cartaz no Instituto Moreira Salles, na Avenida Paulista

‘The Clock’, de Chirstian Marclay

The Clock é uma videoinstalação com milhares de cenas de cinema e televisão que fazem referência ao horário do dia. A obra tem duração de 24 horas e acontecerá ao longo de 9 finais de semana, de sábado para domingo, quando o centro cultural ficará aberto durante as madrugadas para a projeção ininterrupta. O trabalho do artista suíço Christian Marclay já recebeu o Leão de Ouro – o prêmio máximo concedido no evento – na 54ª Bienal de Veneza, em 2011 e pretende fazer o público pensar sobre a relação que mantemos com o tempo hoje em dia.

Até 19 de novembro.

São Paulo, três ensaios visuais

A projeção escolhida para inaugurar o Estúdio – espaço que dá acesso digital ao acervo fotográfico do IMS – é dedicada à nossa cidade. Com imagens que apresentam desde muros pintados do século XIX até luminosos outdoors dos séculos XX e XXI. Ao longo de trinta minutos, o espectador é apresentado a três ensaios visuais que resgatam as personagens da cidade de São Paulo com fotografias feitas a partir de 1862, como as de Militão Augusto de Azevedo, considerado um dos mais importantes fotógrafos brasileiros da segunda metade do século XX.

Até julho de 2018.

Robert Frank: ‘Os americanos’ e ‘Os livros e os filmes’

Nascido em 1924 na Suíça, Robert Frank é um dos maiores nomes da história da fotografia. O IMS Paulista trouxe, pela primeira vez no Brasil, a série Os americanos do fotógrafo, que conta com 83 fotografias da década de 1980. As imagens, captadas em uma viagem na qual o fotógrafo percorreu quase todos os estados dos Estados Unidos, representam muito do país e do povo americano. A exposição também apresenta outro trabalho do fotógrafo, em parceria com o editor Gerhard Steidl – Os livros e os filmes.

Até 30 de dezembro.

Corpo a corpo: a disputa das imagens, da fotografia à transmissão ao vivo

A exposição exibe sete trabalhos desenvolvidos por artistas e coletivos – Bárbara Wagner, Jonathas de Andrade, Mídia Ninja, Sofia Borges, Letícia Ramos e Garapa, junto ao coordenador de fotografia contemporânea do IMS, Thyago Nogueira. Esse recorte da produção brasileira contemporânea em fotografia, cinema e vídeo traz uma reflexão sobre como as imagens podem nos ajudar a enxergar recentes conflitos sociais no Brasil. O tema dos trabalhos é o corpo como um elemento de representação social e atuação política.

Até 30 de dezembro.

‘Câmera aberta’, de Michael Wesley

Encomendado pelo IMS em 2014, o projeto do alemão Michael Wesley consistiu na instalação de seis câmeras nas fachadas dos edifícios vizinhos à obra do IMS Paulista, que capturaram, ao longo de quase três anos, imagens contínuas do espaço em construção. O artista utilizou uma técnica própria que possibilita que um mesmo negativo fique exposto ao longo de muitos anos, o que permite capturar diversos momentos em uma única fotografia, mostrando assim os “rastros” da construção nas imagens.

Até 30 de dezembro.

IMS Paulista

Avenida Paulista, 2424
São Paulo/SP

Horário

Terças a domingos, das 10h às 20h. Às quintas, das 10h às 22h. Última admissão 30 minutos antes do horário de encerramento.  Entrada gratuita.

Saiba+

Fonte: IMS Paulista / Guia São Paulo da semana.

IMS inaugura hoje quarta-feira (20) primeira biblioteca do país exclusivamente dedicada à fotografia

A Biblioteca de Fotografia do IMS Paulista é uma iniciativa única no Brasil.  O novo edifício do Instituto Moreira Salles (IMS) na Avenida Paulista, em São Paulo, com capacidade para abrigar 30 mil itens é a primeira biblioteca inteiramente dedicada a publicações fotográficas no Brasil. O espaço, que abre hoje ao público, quarta-feira (20), visa a incentivar a pesquisa no campo fotográfico e a colaborar para a compreensão da fotografia nos seus mais diversos modos de expressão.

O acervo do IMS é composto por publicações sobre fotografia e seus desdobramentos nas áreas do cinema, moda, artes visuais, ciências humanas e cultura geral. Com ênfase na produção brasileira, mas sem perder de vista a internacional, abrange desde livros, catálogos e revistas de importância histórica até fotolivros e zines recém-saídos das gráficas, e outros materiais, como folhetos de exposições e recursos multimídia.

Além do catálogo de obras gerais, selecionadas pela curadoria por meio de aquisições ou doações, a Biblioteca também conta com coleções especiais. Essas são, em sua maioria, bibliotecas de importantes nomes do meio fotográfico.

A ela, soma-se parte da biblioteca de Thomaz Farkas (1924-2011), pioneiro de nosso modernismo, os 135 números da revista Novidades Fotoptica, dirigida por Farkas e os 100 primeiros boletins do Foto Cine Clube Bandeirante, que Farkas integrava, imagens de Stefania Bril (1922-1992),  fotolivros contemporâneos e clássicos da coleção do fotógrafo e realizador cultural Iatã Cannabrava, a pequena e preciosa coleção da fotógrafa Vania Toledo, a coleção do fotógrafo Paulo Leitea coleção Fotoplus, resultado do trabalho de três décadas do pesquisador Ricardo Mendes e uma coleção da revista Iris Foto. Completa o acervo, por ora, a coleção Steidl. Responsável em grande parte pelo salto qualitativo nas publicações de fotografia dos anos 1990 em diante.  

O curador da Biblioteca de Fotografia é Miguel Del Castillo. O IMS está na Avenida Paulista, 2424, em São Paulo e o horário de visitação é de terça a domingo e feriados, das 10h às 20h; quintas, das 10h às 22h. Mais informações e sobre o museu IMS, pelo site.

 

ONU lança concurso de fotografia sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

“O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou nesta quarta-feira (13) um concurso de fotografias para estimular a divulgação e a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil.”

“Qualquer pessoa com conhecimentos em fotografia pode se candidatar até 6 de outubro. Serão consideradas imagens que representem a implementação de ao menos um dos 17 ODS no Brasil.”

“O objetivo da iniciativa é identificar fotografias que remetam à implementação dos objetivos globais para colaborar com o desenvolvimento econômico, social, ambiental e institucional do país, como foco na Agenda 2030.”

“Podem participar pessoas de qualquer estado brasileiro ou do Distrito Federal, assim como estrangeiros residentes no Brasil. Os participantes devem ter 18 anos ou mais no momento da inscrição.”  Saiba+ “Concurso de fotos ODS”.

Por ONUBR – Nações Unidas do Brasil

 

Fotografia Holi Festival das Cores 2017

bg3

Festival Holi

O Sambódromo do Anhembi será novamente palco de uma das festas mais coloridas que existe, o Holi – Festival das Cores, que tem data marcada para ser realizada dia 16 de setembro.

O evento tem como principal objetivo ser fiel ao conceito do festival milenar, que considera todos iguais por meio das cores, alegria e diversão.

Para quem curti fotografar a VivaRua Cultural está a organizar uma saída fotográfica. Saiba+

16.09.2017
10:00 ÀS 20:00
SAMBODROMO DO ANHEMBI
http://www.holifestivaldascores.com.br