19 das fotos mais antigas do mundo revelam um lado raro da história

O portal Live Science reuniu 19 fotos antigas, feitas entre 1820 e 1860, que revelam um vislumbre curioso sobre a história da fotografia e do mundo.

Selfie mais antiga

Robert Cornelius, um fotógrafo americano, fez esse autorretrato em um pátio na Filadélfia, em outubro de 1839. Nesta fase, os daguerreótipos precisavam de um longo tempo de exposição, tornando difícil tirar fotos de pessoas. Cornelius provavelmente teve que ficar quieto por alguns minutos enquanto sua câmera fazia a captura da imagem.

Esta pode ter sido a primeira selfie do mundo.

Templo de Zeus

Esta foto feita em 1842 mostra o Templo de Zeus em Atenas, na Grécia. As ruínas antigas eram escolhas comuns dos primeiros fotógrafos, que utilizavam a nova tecnologia para gravar o passado do mundo.

Hoje, pesquisadores estudam essas fotografias do século 19 para saber como as ruínas e a paisagem ao seu redor mudam ao longo do tempo. Este templo, dedicado ao deus Zeus, foi construído durante o século V aC.

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Veja 10 livros de fotografia africana fundamentais por Ben Krewinkel.

Por Ben Krewinkel

RADAR ZUM

O fotógrafo e historiador holandês Ben Krewinkel se apaixonou pela cultura africana nos anos 1990, quando estudava a história moderna do continente. Viveu na África do Sul por um ano e visitou outros países, já interessado em fotografia, mas só se tornou fotógrafo depois, quando também iniciou uma ampla coleção de fotolivros.

Atualmente, é o criador e editor do blog África em fotolivros, uma referência sobre a produção de livros de fotografia africanos. “Depois de ter uma cópia de Pão nosso de cada noite, do fotógrafo moçambicano Ricardo Rangel, comecei a focar mais seriamente em livros sobre a África ou de artistas africanos, que, no início deste século, não eram muito fáceis de encontrar em livrarias holandesas”, conta Krewinkel.

Segue uma prévia da lista dos 10 fotolivros africanos de maior destaque na coleção do fotógrafo e historiador holandês Ben Krewinkel. Veja a lista completa no site da revista ZUM .

Pão nosso de cada noite, de Ricardo Rangel, 2004

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pão nosso de cada noite foi publicado como um presente para Ricardo Rangel, um dos fotógrafos mais importantes de Moçambique. Gosto deste livro por ter um escopo muito específico. Rangel fez as fotos nos anos 1950 e 1960 em Lourenço Marques, antigo nome da capital do país (hoje Maputo). O trabalho é um estudo fotográfico da rua Araújo, a região da prostituição perto do porto, na época em que o país era colônia portuguesa.

Nada é em vão (2017), Emmanuelle Andrianjafy

Nada é em vão, de Emmanuelle Andrianjafy, 2017

Este livro acaba de ganhar o prestigioso prêmio de primeiro livro da editora britânica Mack (First Book Award). A fotógrafa malgaxe realizou o projeto em Dacar, no Senegal, um local desconhecido para ela. Explorar uma cidade nova é também o tema do meu atual projeto fotográfico, em Niamey, capital da República do Níger. Andrianjafy e eu estamos em terrenos parecidos em nossos trabalhos.

Ben Krewinkel (1975) é fotógrafo, historiador e crítico de fotografia. É mestre em História e Estudos Fotográficos e leciona fotografia na escola de jornalismo de Utrecht, na Holanda. Publicou dois fotolivros com temática africana: Uma vida possível (2012) e Procurando por M. (2014).

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Fotografia – Tendência na decoração

POR DIEGO REVOLLO
“A FOTOGRAFIA SE DESTACA”

Na coluna de julho da revista “Casa e Jardim, o arquiteto Diego Revollo fala sobre o poder de uma fotografia em um projeto de decoração.

Minha paixão por arte sempre me acompanhou nos meus projetos, principalmente por obras fortes e de grandes dimensões. No meu trabalho, procuro deixar a escolha das obras para o final, porque ela pode e deve melhorar o conjunto. Entendo que não existe regra e, por essa razão, costumo experimentar e ver pessoalmente o resultado no local para dar meu aval final.

Não se trata de uma regra, mas, em geral, é possível conseguir ótimos resultados na decoração utilizando fotos de grandes formatos de fotógrafos menos consagrados ou amadores. Separei alguns exemplos de projetos de minha autoria em que a fotografia foi decisiva para deixar o ambiente mais bonito, marcante e único.

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Por Diego Revollo (Foto: Casa e Jardim)

1. Loft Vila Leopoldina

Acabo de voltar de Como, na Itália, onde um projeto meu foi vencedor no A Design Award & Competition; premiação que prestigia mundialmente as melhores produções de design criadas por profissionais do mundo todo. É um projeto de 2013 que ainda hoje repercute bastante e causa impacto por conta da fotografia usada em uma das paredes sobre o sofá. Penso, e tenho certeza, que a escolha da obra da Adriana Duque foi fundamental para deixar o conjunto mais forte e interessante. Nesse ambiente que é comprido o sofá em “L” percorre na sua maior dimensão toda a parede da janela e induz nossos olhos a esse percurso fazendo com que a foto funcione quase como um alvo. O branco e o rosto “espacial” foi escolha proposital e certeira, que causa impacto e deixa o projeto com ares do futuro.

Como tudo ali é integrado, usei o mesmo recurso sobre a cama, já que ela seria vista a partir da sala. Aproveitei para sugerir a foto de uma escada em espiral do fotógrafo Marcelo Penna.  Continue lendo→

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Por Diego Revollo (Foto: Casa e Jardim)

BOLSA DE FOTOGRAFIA Inscrições abertas para a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2017

“Em sua 5ª edição, a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS selecionará dois projetos inéditos de artistas e fotógrafos para que desenvolvam e aprofundem seu trabalho no campo da fotografia, nas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte.”

“Cada bolsa tem o valor de R$ 65 mil, e os selecionados terão um prazo de oito meses para a entrega dos resultados finais dos projetos, que serão incorporados à Coleção de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles. Os dois projetos ganhadores serão anunciados em agosto aqui no site da revista ZUM.”

As inscrições vão de 02 de maio até o dia 2 de julho de 2017.

O cartaz de divulgação desta edição foi elaborado pela designer Julia Masagão.

Para mais informações:

Leia o edital da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2017

Veja a página de Perguntas Frequentes

Baixe a Ficha de Inscrição

Revista ZUM/IMS 2017

“A poesia visual do director de fotografia”

Recentemente em minhas pesquisas “famintas” por notícias na fotografia, encontrei uma matéria sobre a cinematografia.  Sou fã da fotografia em cinema e seus respectivos diretores. Pretendo um dia ter a oportunidade de participar na produção de um filme, mas lógico, como uma simples colaboradora ou espectadora no trabalho dos grandes gênios da cinematografia. Quem sabe aprofundar-me em minhas pesquisas e escrever sobre essa poesia visual.

Compartilho um resumo bem escrito por João Miguel Fernandes na “Comunidade Cultura e Arte” a carreira de três diretores de fotografia: Emmanuel Lubezki, Christopher DoyleRobert Elswit.  

Emmanuel Lubezki

“A sua primeira participação profissional de destaque foi uma colaboração directa com o seu amigo de longa data, Alfonso Cuarón, ambos Mexicanos, na primeira curta metragem de Cuarón, Vengeance Is MineEsta colaboração verificou-se prolifera, já que o director de fotografia e realizador mexicanos colaboraram em oito projectos ao longo das suas carreiras. E Cuarón não foi o único mexicano a render-se ao trabalho exímio de Lubezki, também Alejando González Iñarritu recorreu aos serviços do seu compatriota, nomeadamente nos filmes Birdman e The Revenant, ambos galardoados nos óscares. Além dos trabalhos produzidos com os seus amigos de longa data, Lubezki também trabalhou com os irmãos Coen em Burn After Reading, e tem sido aposta frequente nos mais recentes trabalhos de Terrence Malick, The New World, The Tree of Life, Into the Wonder, Knight of Cups e Song to Song…” Continue lendo…