BOLSA DE FOTOGRAFIA Inscrições abertas para a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2017

“Em sua 5ª edição, a Bolsa de Fotografia ZUM/IMS selecionará dois projetos inéditos de artistas e fotógrafos para que desenvolvam e aprofundem seu trabalho no campo da fotografia, nas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte.”

“Cada bolsa tem o valor de R$ 65 mil, e os selecionados terão um prazo de oito meses para a entrega dos resultados finais dos projetos, que serão incorporados à Coleção de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles. Os dois projetos ganhadores serão anunciados em agosto aqui no site da revista ZUM.”

As inscrições vão de 02 de maio até o dia 2 de julho de 2017.

O cartaz de divulgação desta edição foi elaborado pela designer Julia Masagão.

Para mais informações:

Leia o edital da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS 2017

Veja a página de Perguntas Frequentes

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Revista ZUM/IMS 2017

“A poesia visual do director de fotografia”

Recentemente em minhas pesquisas “famintas” por notícias na fotografia, encontrei uma matéria sobre a cinematografia.  Sou fã da fotografia em cinema e seus respectivos diretores. Pretendo um dia ter a oportunidade de participar na produção de um filme, mas lógico, como uma simples colaboradora ou espectadora no trabalho dos grandes gênios da cinematografia. Quem sabe aprofundar-me em minhas pesquisas e escrever sobre essa poesia visual.

Compartilho um resumo bem escrito por João Miguel Fernandes na “Comunidade Cultura e Arte” a carreira de três diretores de fotografia: Emmanuel Lubezki, Christopher DoyleRobert Elswit.  

Emmanuel Lubezki

“A sua primeira participação profissional de destaque foi uma colaboração directa com o seu amigo de longa data, Alfonso Cuarón, ambos Mexicanos, na primeira curta metragem de Cuarón, Vengeance Is MineEsta colaboração verificou-se prolifera, já que o director de fotografia e realizador mexicanos colaboraram em oito projectos ao longo das suas carreiras. E Cuarón não foi o único mexicano a render-se ao trabalho exímio de Lubezki, também Alejando González Iñarritu recorreu aos serviços do seu compatriota, nomeadamente nos filmes Birdman e The Revenant, ambos galardoados nos óscares. Além dos trabalhos produzidos com os seus amigos de longa data, Lubezki também trabalhou com os irmãos Coen em Burn After Reading, e tem sido aposta frequente nos mais recentes trabalhos de Terrence Malick, The New World, The Tree of Life, Into the Wonder, Knight of Cups e Song to Song…” Continue lendo… 

Robert Doisneau

Robert DoisneauRobert Doisneau (14 de abril de 1912 – 1 de abril de 1994)

Robert Doisneau é um dos fotógrafos mais famosos da história. Autodidata, nasceu em 14 de abril de 1912, na cidade Gentilly, nos arredores de Paris. Apaixonado por Paris, num passeio pela capital francesa, surgiu a vontade de registrar o cotidiano e o charme da cidade. Doisneau trabalhou como assistente do escultor André Vigneau, mas somente em 1934 se tornou fotógrafo profissional. Continue lendo→

Richard Avedon

Richard Avedon

Richard Avedon ( Nova Iorque, 15 de maio de 1923 – San Antonio, 1 de outubro de 2004)

Para Richard Avedon (1923), a Fotografia foi também uma questão genética. Seu pai, Jacob Israel Avedon, era fotógrafo. Antes de trabalhar no ramo, Avedon estudou Design na New School for Social Research, sendo dirigido por ninguém menos que Alexei

importantes editores de arte da história da Harper’s Bazaar. Em 1945, Richard Avedon começou seus trabalhos fotográficos para a revista.

No final da década de 50, a figura de Avedon já era inspiração não somente para fotógrafos. Quando Stanley Donen dirigiu o filme “Funny Face” (Cinderela em Paris), afirmou que o personagem Dick Avery foi criado fazendo alusão a Avedon. A produção foi indicada a quatro categorias do Oscar. Continue lendo→

Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson

Henri Cartier-Bresson (Chanteloup-en-Brie, 22 de agosto de 1908 — Montjustin, 2 de agosto de 2004)

O grande poeta das imagens, o artista inato, o descomplicado e genial fotógrafo: essas são algumas das carinhosas definições deste que, sem questionar muito, foi um fotógrafo do século XX, considerado por muitos o pai do fotojornalismo.

Repórter fotográfico, teve seus trabalhos expostos em revistas como “Life” e “Vogue”. Com seu estilo intimista, Henri se descobriu como fotógrafo em 1931, quando uma fotografia de Martin Munkasci foi publicada na Revista Photographies. A imagem de três meninos correndo em direção ao mar fez com que Henri entendesse que a fotografia pode ser um registro de estado de espírito. Assim, passou observar o mundo com um olhar mais atento e liberto. Sem perder os acontecimentos que se passavam ao seu redor, introduziu ao fotojornalismo um novo conceito: liberdade… Continue lendo→